Experiências pessoais, pesquisas acadêmicas, diário de produções. Tudo que parece ser um pouco distante, ainda mais sobre som, áudio, paisagem sonora - controlada ou não.
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terça-feira, 21 de setembro de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
Som/Música - o significado lúdico da escuta
Como um violino é musical?
Como a paisagem sonora à nossa volta não pode ser?
O que caracteriza uma orquestra?
Por que uma banheira, uma panela de pressão, um patinho e borracha e uns cinco rádios não são uma orquestra?
O que define que um som tenha altura definida? O que é altura definida, sendo um objeto sonoro (considerado usualmente como não musical) capaz de reproduzir uma frequência principal de 1.286Hz?
Uma música feita somente com frequências puras é música?
Uma nova compreensão sonora da escuta veio à tona. Ainda não foi absorvida.
Uma música é feita pra ser agradável? Ou pode ser feita para evocar uma contestação ou pensamento? Ou até mesmo para quebrar alguma fronteira? Daí ela deixa de ser música?
A procura da aura do compositor e a afirmação de que não apreciamos a música corretamente são ideias conservadoras?
Por que temos que ter fórmulas matemáticas na música para que ela se torne especial a um ouvinte?
Performance e reprodução. Situação de escuta. Evento sonoro.
Audição como experiência cultural.
Isso é música para meus ouvidos.
Quando ficamos adultos esquecemos do aspecto lúdico de um helicóptero sobrevoando ou de um grilo cantando?
... será que havia crise do pensamento há 300 anos atrás?
Como a paisagem sonora à nossa volta não pode ser?
O que caracteriza uma orquestra?
Por que uma banheira, uma panela de pressão, um patinho e borracha e uns cinco rádios não são uma orquestra?
O que define que um som tenha altura definida? O que é altura definida, sendo um objeto sonoro (considerado usualmente como não musical) capaz de reproduzir uma frequência principal de 1.286Hz?
Uma música feita somente com frequências puras é música?
Uma nova compreensão sonora da escuta veio à tona. Ainda não foi absorvida.
Uma música é feita pra ser agradável? Ou pode ser feita para evocar uma contestação ou pensamento? Ou até mesmo para quebrar alguma fronteira? Daí ela deixa de ser música?
A procura da aura do compositor e a afirmação de que não apreciamos a música corretamente são ideias conservadoras?
Por que temos que ter fórmulas matemáticas na música para que ela se torne especial a um ouvinte?
Performance e reprodução. Situação de escuta. Evento sonoro.
Audição como experiência cultural.
Isso é música para meus ouvidos.
Quando ficamos adultos esquecemos do aspecto lúdico de um helicóptero sobrevoando ou de um grilo cantando?
... será que havia crise do pensamento há 300 anos atrás?
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